Acolhimento para familiares e cuidadores de pessoas com Esquizofrenia
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Precisa de ajuda?
Comece por aqui.

Você não precisa entender tudo hoje. Não precisa ter as palavras certas. Só precisa dar o primeiro passo — e a gente caminha com você a partir daí.

Nossa equipe é formada por voluntárias e voluntários. Respondemos todas as mensagens assim que for possível — pode escrever com tranquilidade.

Primeiro, me conta: quem é você?

Escolha a opção que mais se parece com a sua situação. Vamos te mostrar o caminho certo.

Antes de tudo: o que você está sentindo é normal.

Medo, culpa, cansaço, raiva, vergonha — todas as famílias que chegam até nós passam por isso. Você não é uma pessoa ruim por se sentir assim. Você está exausto, e isso é diferente.

Seus primeiros passos

Fale com alguém que já passou por isso

Mande uma mensagem para o nosso acolhimento. Não precisa preparar nada, nem saber explicar direito. Só diga "estou precisando de ajuda" — a gente conduz o resto.

Falar com o acolhimento

Garanta o acompanhamento médico

Procure um psiquiatra ou o CAPS (Centro de Atenção Psicossocial) mais próximo da sua casa. O CAPS é gratuito, faz parte do SUS e é a porta de entrada da rede de saúde mental.

Se a pessoa se recusa a ir, não force — converse com a equipe do CAPS sobre como abordar. Existem caminhos, e a gente te orienta.

Entenda o que está acontecendo

Informação diminui o medo. Comece pela nossa cartilha para familiares e pelas perguntas mais comuns — tudo em linguagem simples, sem termos técnicos.

Cartilhas e materiais Dúvidas sobre direitos

Entre nos grupos de apoio

Depois do acolhimento, você é convidado para o Primeiros Passos AMME — um grupo introdutório para quem está chegando. Com o tempo, você segue para o Grupo Familiar, nossa rede contínua de apoio.

Como funcionam os grupos

Cuide de você também

Quem cuida também adoece. Dormir, comer, ter um espaço para desabafar e pedir ajuda não é egoísmo — é o que te mantém em pé para cuidar de quem você ama.

Está em crise agora?

Se houver risco imediato à vida, ligue 192 (SAMU) ou procure a emergência mais próxima. Para apoio emocional 24h, o CVV atende no 188, gratuitamente.

Você é muito mais do que um diagnóstico.

A esquizofrenia é parte da sua história, não a história inteira. Com tratamento, informação e apoio, é possível estudar, trabalhar, ter relações e construir uma vida com sentido.

O que pode te ajudar agora

Mantenha o tratamento por perto

A continuidade é o que mais protege contra recaídas. Se algum efeito colateral estiver te incomodando, converse com a equipe — existem ajustes possíveis. Interromper por conta própria costuma sair caro.

Conheça seus direitos

Você pode ter direito a benefícios (BPC/LOAS), medicamentos gratuitos pelo SUS, e tem proteção contra negativas abusivas de plano de saúde. Nada disso é favor: é direito.

Ver meus direitos

Fale com quem entende

Nossa equipe de acolhimento também recebe pessoas com o diagnóstico. Se quiser conversar, tirar dúvidas ou só ser ouvido, estamos aqui.

Conversar com a AMME

Ajude sua família a te entender

Muitas vezes a família quer ajudar mas não sabe como, e isso gera conflito. Convide quem convive com você para participar dos nossos grupos — entender o que você vive muda a forma como te tratam.

Se você está em sofrimento intenso

O CVV atende gratuitamente no 188, 24 horas por dia, por telefone, chat ou e-mail. Se houver risco imediato, ligue 192. Pedir ajuda é um ato de coragem.

Obrigado por estar aqui.

Profissionais e educadores bem informados mudam trajetórias. Muitas vezes é um professor ou um agente de saúde quem percebe os primeiros sinais e evita anos de sofrimento.

Como podemos colaborar

Use nossos materiais

Temos conteúdo específico para profissionais de saúde, escolas e equipes pedagógicas — incluindo orientações sobre como abordar o tema sem reforçar estigma.

Biblioteca de materiais

Encaminhe famílias para o acolhimento

Se você atende uma família que está perdida, pode nos indicar. O acolhimento não substitui o cuidado clínico — ele complementa, oferecendo suporte entre pares e orientação sobre direitos.

Seja voluntário

Psicólogos, psiquiatras, assistentes sociais, advogados e comunicadores fazem parte da nossa rede de voluntários. Sua expertise pode alcançar muitas famílias.

Quero ser voluntário

Convide a AMME para falar

Realizamos palestras e rodas de conversa em escolas, serviços de saúde e empresas. Fale com nossa presidência para combinar.

dúvidas de quem chega

Perguntas frequentes

Preciso ser associado para receber ajuda?

Não. O acolhimento, os grupos de apoio e os materiais da AMME não exigem associação. Quem quiser apoiar a associação pode se associar ou doar, mas isso nunca é condição para receber ajuda.

Preciso ter um diagnóstico confirmado?

Não. Muitas famílias chegam até nós ainda na fase da dúvida, sem diagnóstico fechado. A gente ajuda você a entender o que está acontecendo e a procurar o serviço certo.

Minhas informações ficam expostas?

Nunca. O que é dito nos grupos fica nos grupos. Não divulgamos nomes, histórias ou fotos de participantes sem autorização expressa. O sigilo é a base do nosso trabalho.

Preciso morar em Curitiba?

Não. A AMME atua de forma 100% online: o acolhimento e os grupos acontecem pela internet, e recebemos famílias de todo o Brasil.

A AMME substitui o tratamento médico?

A AMME oferece acolhimento, informação e orientação às famílias. Este site não substitui atendimento médico, psicológico ou serviço de emergência. Em caso de emergência, procure o SAMU (192), o CVV (188) ou o serviço de saúde mais próximo.

estamos aqui

Ainda com dúvida? Mande uma mensagem.

Você não precisa saber explicar. Escreva do seu jeito — alguém que já passou por isso vai te responder.